“Eu declaro afinal que não existe um prazer igual à leitura! É mais rápido se cansar de qualquer coisa do que de um livro! Quando eu tiver minha própria casa, eu serei infeliz se eu não tiver uma excelente biblioteca”.

Jane Austen  (1775-1817), romancista inglesa

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2014

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Parlamentar lamenta que cortes atingirão, em sua maioria, os mais necessitados

O vereador Givaldo Morais (PC do B), disse, nesta sexta-feira (24), que vai ocorrer uma “enxurrada de demissões de servidores comissionados na Prefeitura de Princesa Isabel, nos próximos dias”.

Segundo o parlamentar oposicionista, “o líder do governo e da bancada tucana, Pacelli Mandú, fez essa revelação na terça-feira (21), quando nos encontramos na Câmara de Vereadores”.

Ainda de acordo com Givaldo, “a demissão em massa atingirá a maioria dos comissionados que ganham um salário mínimo e deve alcançar, ainda, algumas secretarias”.

Ele lembrou que “dezenas desses empregos foram concedidos há pouco tempo, em pleno período eleitoral, com o objetivo político de conseguir apoio para os candidatos dos grupos que estão aliados com o prefeito”.

Givaldo avalia que os cortes “devem acontecer a partir de 1º de novembro”. Segundo ele, “a declaração do vereador tucano deixa claro que os clãs políticos e as famílias aboletadas no poder não serão atingidos pela medida do prefeito Dominguinhos”.

“O prefeito do PSDB só tem força e moral pra demitir servidores humildes, assim como atrasar e não pagar salários, mesmo que tenham trabalhado meses seguidos, como sabemos de inúmeros casos”, destacou.

Givaldo disse que a conversa com Pacelli Mandu foi testemunhada pelo também vereador Irismar Mangueira (PC do B).

“Deixem chegar o mês de novembro pra atestar a verdade de minha declaração”, ressaltou.


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2014

O governador e candidato à reeleição Ricardo Coutinho (PSB) apresentou propostas e relatou as ações de sua gestão transformadora para a Paraíba durante o último debate destas eleições, realizado pela TV Cabo Branco na noite desta quinta-feira (23). Mesmo com os ataques e a falta de disposição de discutir temas pertinentes ao estado por parte do candidato opositor, Ricardo foi claro e propositivo, como se apresentou em todos os debates anteriores.

Citando a bíblia, Ricardo disse que ‘quando o ímpio governa, o povo geme, mas quando o justo governa, o povo se alegra’, ressaltando que sua gestão entregou 2,4 mil quilômetros de estradas asfaltadas, três UPAs, 10 hospitais e sete escolas técnicas.

“Eu faria tudo de novo, porque consegui colocar meus pés lá nos quilombolas, lá nas terras ciganas, na nação potiguara, nas comunidades da agricultura familiar, e ser reconhecido pelo trabalho dos que mais necessitam, porque tive a coragem de cortar privilégios de meia dúzia que comandavam. Sigo com meus os princípios que nortearam minha vida, com a ética, com a participação popular e com o desenvolvimento econômico com inclusão social”, argumentou.

Atração de indústrias 

O governador ressaltou que, na sua gestão, a Paraíba vem recebendo investimentos da ordem de R$ 6,3 bilhões, e que articulou a implantação de 197 indústrias no Estado. Ricardo acrescentou que na sua administração está programado ainda a instalação de um grande estaleiro na cidade de Lucena e outro de médio porte, que será instalado na cidade do Conde. O socialista disse que o Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) na Paraíba obteve um crescimento importante, em setembro deste ano, de 14,6%. “A economia da Paraíba reage, apesar da dificuldade financeira mundial”, observou ele.

Ele disse que enquanto a Paraíba vem recebendo a instalação do segundo maior polo cimenteiro do Brasil e a construção do polo industrial em Caaporã, o candidato tucano, em sete anos que passou no Governo, cedeu, por 59 centavos o metro quadrado, uma área no Conde para uma empresa construir um condomínio fechado. “A Paraíba virou um canteiro de obras. Agora lembre como era o Estado no governo do meu concorrente”, ressaltou Ricardo.

Cagepa e privatização

Ricardo voltou a lembrar que o candidato do PSDB disse que pretende terceirizar os investimentos em esgotamento sanitário da Cagepa, segundo o que o próprio tucano já teria afirmado em entrevistas. Ele ainda criticou o programa ‘Boa Nova’, alardeado pelo opositor como um dos principais programas de saneamento do estado.

“O seu programa Boa Nova não tem nenhum sistema de esgotamento sanitário funcionando, porque você não conseguiu fazer nenhuma estação de tratamento de esgoto, só enterrou tubos. Você foi chamado, à época, de ‘governador tatu’, porque só fazia cavar buracos, e esses buracos não tinha serventia nenhuma”, criticou.

UEPB

O candidato à reeleição destacou que investiu R$ 925 milhões em quatro anos na manutenção da Universidade Federal da Paraíba (UEPB) enquanto que seu adversário investiu apenas R$ 518 milhões em sete anos. Ricardo lamentou que o candidato tucano tenha expandido a universidade sem nenhum planejamento, visando apenas o processo eleitoral.

“Investi R$ 925 milhões em ensino, pesquisa e extensão na UEPB, quase o dobro do que meu adversário investiu. Garantimos a formação continuada de professores, além de fazer a complementação salarial, que chegou a quase R$ 50 milhões. No próximo ano, vamos oferecer mestrado aos professores”, acrescentou.

Transposição do Rio São Francisco

O socialista garantiu que a Paraíba vem se preparando para receber, com obras de saneamento, a transposição de águas do Rio São Francisco. Ele informou que das 55 cidades receptoras da transposição, o Governo já vem realizando obras em 11 cidades, vai iniciar em 9 e celebrar convênios com as prefeituras de outras 18 cidades. “Estamos licitando as obras de saneamento em mais 17 cidades, após as eleições”, acrescentou.

Ele revelou que a construção do sistema adutor de Borborema também está dentro do cronograma de ações do Governo. O socialista relembrou que recebeu a confirmação da presidenta Dilma Rousseff (PT) de que o Governo Federal vai incluir no projeto de transposição o terceiro eixo, entrando pelo Vale do Piancó.

Paraíba Já


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24
out
2014

Os candidatos a presidente da República Aécio Neves (PSDB) e Dilma Rousseff (PT), participam hoje (24), a partir das 21h (horário local), do último debate do segundo turno das eleições 2014.

Mediado pelo jornalista William Bonner, o debate será realizado no Projac, no Rio, e tem duração prevista de uma hora e 50 minutos. O regulamento foi definido com representantes dos candidatos e seguindo as regras da Justiça Eleitoral.

Serão quatro blocos: no primeiro e no terceiro, os candidatos farão perguntas um ao outro, com tema livre; no segundo e no quarto, as perguntas serão feitas por eleitores indecisos. O quarto bloco será destinado também às considerações finais dos presidenciáveis.

Os indecisos serão selecionados em todos os estados pelo instituto de pesquisas Ibope. Cada eleitor indeciso vai elaborar previamente perguntas com temas de interesse nacional. As oito perguntas mais bem formuladas serão selecionadas pela produção do programa para serem feitas aos candidatos. O cenário será uma arena, com o objetivo de facilitar a movimentação dos candidatos. Os eleitores indecisos estarão sentados em volta. Se algum candidato faltar, seu lugar permanecerá vazio com uma placa que o identifique pelo nome. Nos dois blocos de tema livre, o candidato presente poderá formular a pergunta que faria ao candidato que se ausentou. Nos outros blocos, todas as perguntas de eleitores indecisos serão respondidas apenas pelo candidato presente.

O debate da Globo ocorre no último dia em que irão ao ar os programas eleitorais do segundo turno. Na quinta, a Globo e as emissoras afiliadas promoveram debates entre candidatos a governador que disputam o segundo turno nos 13 estados e no Distrito Federal.

Programação - Os indecisos selecionados pelo Ibope serão levados a dois camarins e não terão contato com jornalistas, público convidado e assessores dos candidatos. Haverá na arquibancada montada no estúdio lugares para 90 convidados dos presidenciáveis, além de cadeiras mais próximas para dois assessores diretos de cada um, que poderão falar com os candidatos nos intervalos. Também farão parte da plateia convidados dos dois candidatos e da Globo.

Durante o debate, Dilma e Aécio terão à disposição um púlpito para os confrontos diretos e poderão andar pelo cenário nos blocos em que forem questionados pelos indecisos. Depois do debate, cada candidato concederá uma entrevista coletiva de dez minutos, com transmissão ao vivo pelo G1. Dilma será a primeira a falar com a imprensa, seguida de Aécio (a ordem das entrevistas foi definida em conjunto com representantes dos partidos). Jornalistas de todo o país e do exterior acompanharão o debate em uma área à parte e poderão participar das entrevistas coletivas pós-debate.

WSCOM Online


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out
2014

O vereador e ex-vice-prefeito de Santa Helena, Júlio Neto (PT), declarou nesta quinta-feira (23), apoio à reeleição do governador Ricardo Coutinho (PSB).  O parlamentar petista havia votado em Vital do Rêgo (PMDB) no primeiro turno, e decidiu aderir a Ricardo após reunião com o ex-prefeito de Cajazeiras e coordenador da campanha do socialista na região, Carlos Antônio (DEM).

Júlio Neto afirmou que a sua adesão a Ricardo deve-se, primeiramente, ao grande trabalho realizado pelo atual governo na região do Alto Sertão, com ligação asfáltica dos municípios, projetos hídricos, melhoria de escolas e dos hospitais.

No município de Santa Helena, o vereador destacou algumas das ações da gestão de Ricardo, como a ponte no distrito de Várzea da Ema, a entrega de três ônibus escolares, a recuperação do canal da Lagoa do Arroz, a reforma de açudes e de barreiros e a construção de uma escola. “Vamos reeleger Ricardo para a Paraíba continuar avançando em todas as regiões”, destacou Júlio Neto.

Assessoria


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24
out
2014

A propaganda eleitoral obrigatória no rádio e na TV, que termina hoje (24), representou para os cofres da União uma renúncia fiscal de R$ 840 milhões.

A cifra quase bilionária é o valor de que o governo federal abrirá mão em impostos para compensar as emissoras de televisão e rádio pela ocupação de parte do seu horário para a propaganda política.


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24
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2014

O ex-vice-prefeito de Cuité, Fabiano Valério (PMDB), anunciou apoio à candidatura do governador Ricardo Coutinho (PSB), na noite desta quarta-feira (22), durante comício realizado na cidade, que contou com a participação do deputado federal eleito e ex-vice-prefeito de Campina Grande, Veneziano Vital (PMDB).

“Sempre votei pelo trabalho, e fiz comparação entre um governador que trabalha por outro que não fez nada por nossa região. Ricardo Coutinho fez muito por nossa cidade, enquanto o outro candidato não fez absolutamente nada”, disse o ex-vice-prefeito, que no primeiro turno apoiou o candidato do seu partido, o senador Vital do Rêgo.

Como cuiteense, Fabiano Valério disse que ‘não se dobra’, e que Ricardo representa a continuação do projeto que tem transformado a Paraíba. “Não queremos que as obras que Cuité precisa sejam esquecidas por um governador que só fez cavar buraco, e buracos que nem água deram para nosso povo”, criticou o peemedebista, em referência aos sete anos de gestão do candidato do PSDB, que foi cassado pela Justiça em 2009 por abuso do poder político e econômico.

Paraíba Já


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A menos de 72 horas das eleições presidenciais, a revista Veja, da família Civita, antecipa sua edição, e publica uma capa que poderá entrar para a história do jornalismo brasileiro como um dos mais sórdidos golpes contra a democracia; a revista da Marginal Pinheiros publica trechos de uma mais um vazamento seletivo da delação premiada do doleiro Alberto Youssef; "O Planalto sabia de tudo!", teria dito Youssef; "Mas quem no Planalto?", perguntou o delegado; "Lula e Dilma", respondeu o doleiro; só mesmo o desespero, após a reversão das pesquisas eleitorais, poderia justificar uma manobra golpista tão escancarada; baixaria sem limites

247 - A menos de 72 horas das eleições presidenciais, a revista Veja publica uma capa que poderá entrar para a história do jornalismo como um dos mais sórdidos atentados contra a democracia já vistos no País. A reportagem destaca suposto trecho da delação premiada do doleiro Alberto Youssef, em que ele afirmaria que tanto a presidente Dilma Rousseff como seu antecessor Luiz Inácio Lula da Silva "sabiam de tudo" que ocorria na Petrobras.

Os vazamentos seletivos já foram condenados pela Ordem dos Advogados do Brasil e delações premiadas, num contexo político como o atual, podem se converter em mentiras premiadas. Aliás, ontem, o próprio Youssef acusou outro "delator premiado", seu laranja Leonardo Meirelles, de estar mentindo ao incriminar o PSDB.

Que Veja é e sempre foi tucana, isso jamais foi mistério. Mas não se esperava de uma publicação por onde já passaram nomes honrados do jornalismo brasileiro uma tentativa tão torpe de se sobrepor à soberania popular e golpear a democracia. Baixaria sem limites.

Leia, abaixo, o trecho da reportagem de capa divulgado pela revista, que foi antecipada para tentar mudar o resultado eleitoral:

Na última terça-feira, o doleiro Alberto Youssef entrou na sala de interrogatórios da Polícia Federal em Curitiba para prestar mais um depoimento em seu processo de delação premiada. Como faz desde o dia 29 de setembro, sentou-se ao lado de seu advogado, pôs os braços sobre a mesa, olhou para a câmera posicionada à sua frente e se colocou à disposição das autoridades para contar tudo o que fez, viu e ouviu enquanto comandou um esquema de lavagem de dinheiro suspeito de movimentar 10 bilhões de reais. A temporada na cadeia produziu mudanças profundas em Youssef. Encarcerado desde março, o doleiro está bem mais magro, tem o rosto pálido, o cabelo raspado e não cultiva mais a barba. O estado de espírito também é outro. Antes afeito às sombras e ao silêncio, Youssef mostra desassombro para denunciar, apontar e distribuir responsabilidades na camarilha que assaltou durante quase uma década os cofres da Petrobras. Com a autoridade de quem atuava como o banco clandestino do esquema, ele adicionou novos personagens à trama criminosa, que agora atinge o topo da República. Perguntado sobre o nível de comprometimento de autoridades no esquema de corrupção na Petrobras, o doleiro foi taxativo:

— O Planalto sabia de tudo!

— Mas quem no Planalto?, perguntou o delegado.

— Lula e Dilma, respondeu o doleiro.

Conheça, nesta edição de VEJA, os detalhes do depoimento que Alberto Youssef prestou às autoridades.

Brasil 247


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