qua
18
dez
2019

Caso Queiroz

Segundo o jornalista Guilherme Amado, a operação do Ministério Público do Rio que resultou em diversos mandados de busca e apreensão em endereços ligados a Fabrício Queiroz, Flávio Bolsonaro e à ex-mulher de Jair Bolsonaro teria sido interrompida após decisão de Toffoli, no STF, sobre repasse de dados do Coaf.

247 – A operação do Ministério Público do Rio de Janeiro que resultou em diversos mandados de busca e apreensão em endereços ligados a Fabrício Queiroz, ao senador Flávio Bolsonaro e à ex-mulher de Jair Bolsonaro, Ana Cristina Valle, teria sido planejada há seis meses.

Segundo o jornalista Guilherme Amado, da Época, a interrupção teria se dado por uma decisão do presidente do STF, Dias Toffoli, que parou investigações envolvendo repasses de dados do Coaf. A origem da apuração desta quarta-feira 18 é um relatório que aponta "movimentações atípicas" de R$ 1,2 milhão nas contas de Queiroz, ex-assessor de Flávio quando era deputado estadual.

O escopo da operação de hoje inclui também a investigação da prática de rachadinha entre familiares de Bolsonaro no gabinete de Flávio — especialmente os parentes de sua ex-mulher, Ana Siqueira da Rocha Valle, mãe de Jair Renan, o filho homem mais novo do presidente.

O MP também apreendeu celulares e documentos na casa de familiares de Ana Cristina. Segundo a Crusoé, do site O Antagonista, ao todo nove parentes da ex-mulher de Bolsonaro sofrem buscas em Resende, sul do Estado do Rio.

Brasil 247


  Compartilhe por aí: Comente

Deixe um comentário

avatar
  Inscreva-se  
Notificar quando


Ir para a home do site
© TODOS OS DIREITOS RESERVADOS. É PROIBIDA A REPRODUÇAO PARCIAL OU TOTAL DESTE SITE SEM PRÉVIA AUTORIZAÇAO.
Desenvolvido por HotFix.com.br