dom
08
nov
2020

Foto_USP Imagens

Itens estão entre as principais despesas revistas por famílias, diz pesquisa; 35% disseram que dispensaram empregadas ou babás.

Reportagem do Estado de S.Paulo mostra como a péssima situação econômica do País tem afetado a classe média, que está cada vez mais pobre. O artigo mostra a situação de algumas famílias que precisaram cortar o ensino na rede privada e ir para a rede pública. O mesmo ocorre com o plano de saúde.

Pesquisa feita pelo Instituto Locomotiva para o jornal mostra que 53% da classe média teve de cortar um destes três itens: plano de saúde, contratação de empregada doméstica ou babá e pagamento de mensalidade em escola particular. O porcentual diz respeito apenas à população que tinha, antes da Covid-19, pelo menos um desses serviços.

Apesar do enfoque na pandemia do novo coronavírus, que agravou a situação econômica, essa tendência de empobrecimento da classe média acompanha um quadro de empobrecimento geral da população brasileira depois do golpe de 2016, com os ataques aos aumentos anuais do salário mínimo, o desemprego e encarecimento dos preços.

Na sexta feira, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o IPCA, indicador que mede a inflação oficial do País, avançou 0,86% em outubro. Foi a maior taxa para o mês de outubro desde 2002.

Mais do que o resultado fechado em outubro, o IBGE identificou também um aumento do chamado “índice de difusão”, que mede a proporção de itens com alta de preços diante do total monitorado.

A pesquisa da Locomotiva mostra também que 64% dos brasileiros da classe média estão com alguma conta em atraso.

Brasil 247


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