sáb
10
nov
2018

Ministro Dias Toffoli durante sessão da Segunda Turma do STF para jugar ação penal proposta pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra a senadora Gleisi Hoffmann e seu marido, o ex-ministro do Planejamento Paulo Bernardo.

Os ministros do STF estão dispostos a restringir o pagamento do auxílio-moradia a casos específicos. Mas as associações de juízes não estão contentes com a fórmula e propõem um puxadinho no acordo: para abdicar do benefício, querem a volta do adicional por tempo de serviço – um outro penduricalho que propicia, ao longo dos anos, vencimentos mais gordos, informa a jornalista Carolina Brígido.

247 – A promessa do ministro Dias Toffoli de que, após o aumento de 16,38%, o Judiciário eliminaria o auxílio-moradia não deve ser cumprida. "Os ministros do STF estão dispostos a restringir o pagamento do auxílio-moradia a casos específicos. Mas as associações de juízes não estão contentes com a fórmula e propõem um puxadinho no acordo: para abdicar do benefício, querem a volta do adicional por tempo de serviço – um outro penduricalho que propicia, ao longo dos anos, vencimentos mais gordos", informa a jornalista Carolina Brígido, no Globo.

"Ou seja: mesmo restringindo o pagamento do auxílio-moradia, o que deve acontecer, o STF vai precisar arranjar uma fórmula para pacificar a magistratura. A volta do adicional por tempo de serviço parece juridicamente improvável, considerando as recorrentes decisões do tribunal sobre o assunto. Indignadas, as associações de juízes prometem bater o pé – o que pode significar, por exemplo, uma greve da categoria."

Brasil 247


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