qua
04
dez
2019

sérgio camargo_Foto-Reprodução

Juiz da 18ª Vara Federal do Ceará acatou Ação Popular proposta contra a decisão de Jair Bolsonaro para colocar à frente da entidade alguém que afirma que não há racismo no Brasil e que a escravidão foi culpa dos negros.

247 – Após muita pressão popular, a nomeação de Sérgio Camargo Nascimento – que defendeu a escravidão, o fim do movimento negro e disse que não há racismo no Brasil – para a presidência da Fundação Palmares foi barrada pela Justiça e não será concluída por Jair Bolsonaro.

O juiz Emanuel José Matias Guerra, da 18ª Vara Federal do Ceará, acatou Ação Popular proposta contra a decisão de Jair Bolsonaro e suspendeu o ato do ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, que colocou Camargo no cargo.

“Em face do todo o exposto acolho, em juízo de cognição sumária, típica à espécie, os argumentos trazidos pela parte autora, razão pela qual suspendo os efeitos do Ato 2.377, de 27 de novembro de 2019, da lavra do Ministro-Chefe da Casa Civil tornando sem efeito a nomeação do senhor Sérgio Nascimento de Camargo para o cargo de Presidente da Fundação Cultural Palmares”, registra a decisão, que pode ser vista abaixo.

A indicação do nome de Sergio Camargo gerou protestos de diversas lideranças negras e ainda manifestação na sede da Fundação Palmares, entidade criada para difundir a cultura do povo negro.

Brasil 247


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