“Os homens sábios usam as palavras para os seus próprios cálculos, e raciocinam com elas, mas elas são o dinheiro dos tolos”.

Thomas Hobbes (1588-1679), filósofo inglês, autor de Leviatã

dom
31
maio
2015

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A partir deste domingo (31), os números de celulares da Paraíba, e de outros cinco estados, ganham o dígito “9” na frente, à esquerda dos números atuais. Para auxiliar os usuários, surgiram aplicativos gratuitos, tanto para aparelhos com sistema Android como para iOS, que prometem atualizar automaticamente toda a agenda telefônica e economizar o tempo de quem teria que adicionar o número “9” em cada contato.

A adoção do nono dígito nos celulares é obrigatória e foi determinada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), publicada no Diário Oficial da União (DOU) em 11 de novembro de 2014. Com isso, o número de qualquer celular utilizado na Paraíba deve ficar da seguinte forma: (83) 9xxxx-xxxx.

Um dos aplicativos que prometem facilitar a vida dos paraibanos é o “Novo Dígito BR”, que é gratuito e está disponível para download no Google Play para aparelhos Android.

Segundo as especificações do aplicativo, ele funciona em aparelhos com Android 2.1 ou superior. O aplicativo é de fácil interação com o usuário e a atualização dos números de contato é feita em dois passos.

Na tela inicial, o usuário digita o DDD que vai receber o novo dígito e avança para que o aplicativo busque todos os contatos que tenham o DDD escolhido pelo usuário. Na segunda tela, aparecem os contatos selecionados, bastando o usuário marcos todos os contatos e iniciar a operação.

Caso o usuário queira retornar aos números de contatos antigos, basta retornar em uma versão de backup, que fica disponível nos menus do aplicativo.

Mesmo após o dia 31, ligações realizadas sem a inclusão do dígito 9 vão ser completadas por até 40 dias, prazo de transição para adaptação dos usuários e do sistema, segundo a Anatel. Depois desse período, as chamadas sem o nono dígito não vão funcionar.

A mudança não vai atingir números de telefones fixos ou de telefones móveis especializados.

Paraíba Já


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dom
31
maio
2015

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Ministro dos Esportes, George Hilton, defende que o campeonato brasileiro de futebol seja organizado por uma liga independente, e não mais pela Confederação Brasileira de Futebol; "penso que este talvez seja o grande momento de a gente discutir a organização dos clubes de futebol no Brasil como acontece no restante do mundo. Você tem a Liga que administra os campeonatos nacionais, você tem o órgão, que é a confederação, cuidando só da seleção daquele país", diz ele; segundo Hilton, esta liga seria também responsável pela venda dos direitos de transmissão, tema que gerou o megaescândalo que envolve empresas de marketing esportivo, como a Traffic, de J. Hawilla, e também a Globo

247 – Em entrevista ao jornalista Daniel Carvalho (leia aqui), o ministro dos Esportes, George Hilton, defende o esvaziamento da Confederação Brasileira de Futebol e a criação de uma nova liga para administrar o campeonato brasileiro.

"Penso que este talvez seja o grande momento de a gente discutir a organização dos clubes de futebol no Brasil como acontece no restante do mundo. Você tem a Liga que administra os campeonatos nacionais, você tem o órgão, que é a confederação, cuidando só da seleção daquele país. Ou seja, você teria o Campeonato Brasileiro sendo organizado por uma Liga e a CBF ficaria exclusivamente com a seleção brasileira", diz ele.

Hilton tem plena consciência de que a CBF resistirá ao projeto, mas espera que o momento de crise da entidade, após a prisão do ex-presidente José Maria Marin, na Suíça, abra espaço para as mudanças. "Tenho defendido isso nas minhas idas aí pelo País. Claro que a CBF resiste a isso, mas, se você pegar os países aí, na Europa, você vai ver que quem organiza os campeonatos nacionais é a Liga."

Segundo Hilton, esta liga seria também responsável pela venda dos direitos de transmissão, tema que gerou o megaescândalo que envolve empresas de marketing esportivo, como a Traffic, de J. Hawilla, e também a Globo. No passado, o "Clube dos 13", que reunia os times com as maiores torcidas do País já era uma tentativa de criar esta liga e fortalecer os clubes – a iniciativa, no entanto, foi implodida pela Globo.

Atingida diretamente pelo escândalo, a Globo estuda demitir o executivo Marcelo Campos Pinto, responsável pela compra de direitos de transmissão do futebol brasileiro (saiba mais aqui).

Brasil 247


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