qui
19
dez
2019

Foto-Reprodução

Familiares do miliciano Adriano Magalhães, suspeito de assassinar Marielle Franco e Anderson Gones, faziam parte de um esquema de "rachadinhas" no gabinete de Flávio, e que o próprio miliciano também tirava proveito dos recursos.

O Ministério Público do Rio (MP-RJ) afirmou, no pedido de busca e apreensão que teve como alvos o senador Flávio Bolsonaro (sem partido/RJ) e funcionários de seu antigo gabinete na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), que a família do miliciano Adriano Magalhães da Nóbrega, transferiu para o ex-assessor Fabrício Queiroz quase 20% (cerca de R$ 203 mil) dos salários recebidos no gabinete do então deputado estadual, como informou o jornal O Globo.

Relembrando quem é Adriano

De acordo com a denúncia do MP-RJ, Nobrega é chefe da milícia que age nas comunidades de Rio das Pedras e Muzema, na zona oeste do Rio, e líder de um grupo de matadores de aluguel batizado pela Polícia Civil do Rio como Escritório do Crime. Nobrega, que é próximo do clã Bolsonaro, e outros membros da quadrilha são suspeitos de participação no atentado contra Marielle e Anderson.

"A rachadinha"

O MP informou que os parentes de Ana Cristina Siqueira Valle, ex-mulher do presidente Jair Bolsonaro, que constaram como assessores de Flávio Bolsonaro "sacavam quase a integralidade dos salários recebidos na Alerj para repassar os valores em espécie a outros integrantes da organização criminosa". O total recebido pelos 9 integrantes da família que tiveram o sigilo quebrado é de R$ 4,8 milhões.

Brasil 247


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