dom
30
ago
2020

Flávia Godinho Mafra

Sob forte comoção, a professora Flávia Godinho Mafra, 24 anos, foi enterrada na manhã desse sábado (29/8) no cemitério municipal de Canelinha, em Santa Catarina. Grávida de nove meses, Flávia foi dada como desaparecida e encontrada morta 24 horas depois. Ela teve o filho arrancado brutalmente da barriga por uma suposta “amiga” que usou um estilete.

A suspeita é que a mulher, que já confessou o crime, teria arrancado o bebê da vítima e fingido ela mesma, em praça pública, estar dando à luz a criança, depois de ter perdido uma gestação em janeiro deste ano. Nas redes sociais, internautas registraram pesar e solidariedade à família. Flávia era casada e a notícia da gravidez foi muito festejada. Por conta da diabetes que a colocava no grupo de risco para a covid-19, estava afastada do trabalho.

A recém-nascida foi socorrida por transeuntes, junto à suspeita, e encaminhadas ao hospital, onde a equipe médica constatou que a bebê apresentava cortes e não apresentava sinais de ter passado por um parto e acionou a polícia. Segundo informações de uma rádio local, a criança passa bem.

De acordo com o delegado à frente do caso, Paulo Freyesleben e Silva, a suspeita chamou a gestante para um chá de fralda surpresa. “Durante o trajeto, ela desviou e entrou numa cerâmica abandonada. Ali, se armou com tijolo e desferiu os golpes na cabeça da vítima, fazendo que ficasse inconsciente”, conta. “Depois, de posse de um estilete, abriu o abdômen da vítima e retirou a criança de seu ventre, indo para a via pública e simulando um parto espontâneo, natural, como se estivesse estourado a bolsa dela”.

Paraiba.com.br


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