seg
04
mar
2019

Fonoaudiologia do Hospital Metropolitano

Visando reabilitar as funções da fala e a capacidade de deglutição dos pacientes, a equipe de fonoaudiologia do Hospital Metropolitano Dom José Maria Pires vem realizando trabalhos intensivos de estímulo com os internos da unidade de saúde. As ações são voltadas aos pacientes pré e pós-operatório, de acordo com as necessidades de cada um. A instituição de saúde é referência no tratamento de pacientes de neurologia e cardiologia de alta complexidade.

A fonoaudióloga do Metropolitano, Lívia Sales, esclareceu como o trabalho é desenvolvido. “Somos acionados pela equipe médica e realizamos uma avaliação de deglutição. Na oportunidade, observamos no paciente sua capacidade de se alimentar, a fim de evitar que o alimento seja broncoaspirado por ele, ou seja, chegue até as vias aéreas inferiores ou no pulmão. Após essa análise, verificamos se há a necessidade do uso de uma via alternativa de alimentação, a sonda nasoenteral, caso haja, essa será colocada e, nossa equipe acompanhará o assistido para que o tempo de uso da sonda, seja mínimo, garantindo a ele, o mais breve possível, uma reabilitação alimentar por meio das vias naturais, a boca” explicou.

Ana Carla da Silva, 24, estudante, é a acompanhante da paciente Rosiane da Silva, 43, interna após um acidente vascular cerebral (AVC), e relatou a importância do trabalho desenvolvido pela equipe da fonoaudiologia, no tratamento das sequelas da doença. “Minha mãe estava trabalhando quando começou a passar mal. Socorri ela para um hospital em nossa cidade, Alhandra, e lá constataram que ela teve um AVC, então nos removeram para aqui. Desde então, ela vem fazendo muitos exames e tem sido acompanhada pela equipe da fonoaudiologia, pois a sequela mais notável é na fala, ela não consegue completar uma só palavra. Eles têm feito diariamente exercícios e me ensinado também, para que eu possa fazer em casa quando ela receber alta” narrou.

Já o fonoaudiólogo Deyverson Evangelista acrescentou sobre a responsabilidade no processo de reabilitação dos assistidos, principalmente os cometidos por patologias neurológicas. “Os pacientes acometidos por algum dano neurológico têm dificuldade na linguagem expressiva oral. Muitas vezes eles entendem tudo que está acontecendo ao seu redor, mas não conseguem se expressar, ou até se expressam, mas é uma informação totalmente distorcida. A nossa missão é propiciar ao paciente o início da sua reabilitação, por isso trabalhamos com orientação também às famílias, para que o resultado do tratamento seja eficaz” afirmou.

Perfil – O Hospital Metropolitano Dom José Maria Pires, localizado em Santa Rita, é a primeira unidade de saúde pública especializada em neurologia e cardiologia da Paraíba. Tem a capacidade de 226 leitos, sendo 60 de UTI, 11 salas de cirurgia e um moderno centro de diagnóstico por imagem. Os pacientes atendidos na instituição são regulados via Secretarias Municipais, em sintonia com o sistema de regulação do Estado.

Secom-PB


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