“Os homens sábios usam as palavras para os seus próprios cálculos, e raciocinam com elas, mas elas são o dinheiro dos tolos”.

Thomas Hobbes (1588-1679), filósofo inglês, autor de Leviatã

sáb
08
fev
2014

A chuva caída nas últimas 24 horas em Princesa Isabel registrou 13,6 milímetros, de acordo com informações do escritório local da Cagepa, onde é feita a medição pluviométrica oficial.

Para este sábado (8), a previsão do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC) aponta nebulosidade variável com pequena possibilidade (30%) de pancadas de chuva em Princesa Isabel, Manaíra, Tavares, Juru, Água Branca e São José de Princesa.

Na maioria dos municípios, a temperatura máxima prevista é de 31°C, e a mínima, de 20°C.

Abaixo, a previsão do Centro para a região Nordeste:

No sudoeste da BA: predomínio de sol. No leste da BA e SE: instável, com curtos períodos de sol e chuva. Na BA e nordeste da região: variação de nuvens e possibilidade de pancadas de chuva. Nas demais áreas da região: muitas nuvens e fortes pancadas de chuva localizadas. Temperatura estável. Temperatura máxima: 35°C no RN.


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sáb
08
fev
2014

Cassistas viram abertura para composição e sinalização de chapa entre os dois partidos

Um dia depois de o deputado governista Tião Gomes (PSL) atacar os legados dos governos Ronaldo e Cássio Cunha Lima (PSDB), o senador Vital do Rêgo (PMDB) postou mensagem no twitter neste sábado (8) que pode ser interpretada como solidariedade ao clã Cunha Lima e até senha para, quem sabe, a especulada aliança entre os grupos e o PSDB e PMDB na eleição deste ano na Paraíba.

Na tuitada, Vital foi categórico: “Há memórias que, pela sua história, são inatacáveis. Verdadeiros patrimônios que honram a Paraíba”. Logo abaixo das frases, uma fotografia de Vital do Rêgo e Ronaldo Cunha Lima, pais de Vitalzinho e Cássio, respectivamente.

Cassistas ouvidos pelo MaisPB entenderam a postagem como uma senha, inconfundível, para uma provável chapa a ser formada no futuro. Cássio governador e Veneziano Vital, ex-prefeito de Campina Grande, para o Senado.

Nos bastidores, são cada vez mais crescentes os burburinhos e conversações em torno de uma aliança entre PSDB e PMDB na Paraíba, em caso da confirmação de rompimento de Cássio com o governador Ricardo Coutinho (PMDB).

Setores do PMDB defendem internamente a aliança já no primeiro turno. Entre eles, os deputados Manoel Júnior e Trócolli Júnior.

Ataque – Essa semana, em entrevista nas rádios de João Pessoa, o deputado governista Tião Gomes (PSL) espinafrou as gestões de Ronaldo Cunha Lima e Cássio Cunha Lima (PSDB), pai e filho, para quem as duas não têm o que mostrar, diferente dos resultados da administração do governador Ricardo Coutinho. Tião sugeriu o comparativo e foi além na crítica a Cássio: "Ele só sabe abraçar e dar cheirinho",

MaisPB


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sáb
08
fev
2014

O deputado estadual Tião Gomes, presidente estadual do PSL, reagiu, no final da tarde desta sexta-feira (7), a nota do PSDB sobre suas criticas a governos anteriores. O parlamentar afirmou que em momento nenhum criticou o ex-governador Ronaldo Cunha Lima, deixou claro que o alvo de seu posicionamento foi o senador Cássio Cunha Lima (PSDB) e desafiou os tucanos a terem “coragem de romper” politicamente com o governador Ricardo Coutinho (PSDB).

“Tenham coragem e rompam”, disparou o parlamentar para o PSDB. Ele disse que o partido do senador tenta arrumar um “blefe” para justificar um rompimento político com Ricardo. Para Tião, a estratégia dos tucanos é conseguir sair como vítima em um fim de aliança do PSDB com o PSB. “A nota do PSDB tenta transformar o que eu disse para que o PSDB engane o povo”.

Questionado se a aliança entre os partidos do governador e o senador ainda existe, Tião afirmou que Ricardo tem dado “sinais constantes” no interesse em manter a aliança, mas acusou os peessedebistas de promoverem uma série de ataques ao chefe do Executivo. “Quem deve responder se essa aliança ainda existe é Cássio, porque ele e os seus amigos ficam o tempo todo atacando Ricardo Coutinho”, detonou o parlamentar.

Renegando o título de ‘menino de recado’ do governador, Gomes disse que é responsável pelo que falou. “Quem falou foi Tião Gomes e não Ricardo, falei em nome do meu partido”.

“Falei de Cássio. Ele administrou o Estado por 10 anos e não tem obras para mostrar a Paraíba e não tem o que reclamar em relação a Ricardo Coutinho. Eu disse que a Paraíba tem que fazer um comparativo entre os três anos de Ricardo e os seis de Cássio. Problema deles (PSDB) se querem romper. Qual foi o mal que eu fiz. Não conheço um projeto de Cássio. Ele só sabe abraçar o povo e dar cheirinho”, disse o deputado.

Tião afirma que em momento algum se referiu, nas críticas, ao ex-governador Ronaldo Cunha Lima. “Não falei de Ronaldo, isso é um blefe. Ronaldo é uma jóia preciosa que a Paraíba tem, homem de bem. A nota do PSDB tenta transformar o que eu disse para que o PSDB engane o povo”. O deputado fez questão de repetidas vezes afirmar que não atacou a memória do ex-governador, mas que havia se referido ao senador Cássio Cunha Lima.

MaisPB


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sáb
08
fev
2014

dilmaaguinaldo

O ministro das Cidades, deputado federal licenciado pela Paraiba, Aguinaldo Ribeiro (PP), teria se oferecido a presidente Dilma Rousseff (PT) para permanecer na Esplanada e desistir de disputar a reeleição. De pronto, a petista teria dito um “não” à proposta. A informação é do colunista Lauro Jardim, da Revista ‘Veja’.

A mídia nacional já divulgou por diversas vezes que o ministro paraibano teria provocado a revolta de colegas parlamentares por ter privilegiado apenas a Paraíba na liberação de emendas.

Blog do Luís Tôrres


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sáb
08
fev
2014

O presidente estadual do PSDB, deputado Ruy Carneiro, lamentou que, 24 horas depois dos ataques do presidente do PSL, Tião Gomes, ao senador Cássio Cunha Lima, o Governo não tenha ainda nem desautorizado tais provocações muito menos registrado que o Governador e o próprio PSB fazem outro julgamento dos governos de Cássio e Ronaldo.

"O Governo pode até não ser o mentor das ofensas do deputado, mas o silêncio o torna avalista do que foi dito". Segundo Ruy, agrediram até a memória de Ronaldo, a quem a Paraíba demonstrou toda a sua admiração, por ocasião do velório dele no ano passado. "Quando não se respeitam nem os mortos, quem se vai respeitar?".

Ruy acentuou que a obra administrativa de Cássio já foi julgada pela Paraíba, que lhe deu mais de um milhão de votos para o Senado e, com seu apoio, elegeu o atual governador. As pesquisas de intenção de votos que dão à Cássio números muito superiores aos dos demais candidatos comprovam a aprovação do governo de Cássio pelos paraibanos. "Cássio fez muitas e muitas obras de pedra e cal, mas seu grande diferencial foi o respeito às pessoas, a capacidade de ouvir, de dialogar e de respeitar movimentos e instituições, sem perseguir nem retaliar ninguém”.

Por quem mais precisa

Ruy lembrou que Cássio fez o gasoduto, levando gás para o Brejo, Campina e o sertão, construiu inúmeras adutoras, começou a Adutora Translitorânea que ainda não foi concluída, quase seis anos depois de começada, duplicou a área saneada do Estado, aumentou em 50 por cento o saneamento de João Pessoa, construiu centenas de quilômetros de estradas e adutoras, milhares de casas e construiu p Hospital de Trauma de Campina, que o atual governo botou pra funcionar. Cássio deixou ações decisivas para o Estado: levou o ensino médio para todos os municípios do Estado, deu autonomia financeira para a UEPB, deu uma perspectiva de vida e de respeito ao servidor público, com mais de 30 planos de cargos e salários e trabalhou muito pra quem mais precisa. "Por essas e outras obras e ações, a Paraíba tem dado a Cássio os votos e as intenções de voto que as eleições e as pesquisas mostram. Isso é história, quer alguns gostem ou não".

Wscom Online (com Assessoria)


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sáb
08
fev
2014

dinheiro
Anúncios que prometem retirar nome de lista de devedores podem ser golpe

Os consumidores com dívidas, inscritos em algum serviço de proteção ao crédito (SPC) ou na Serasa, que centraliza os serviços de cobrança dos bancos, devem analisar com reservas os anúncios que prometem facilidades para retirar anotações de inadimplência, sem pagamento da dívida.

A advertência é do diretor jurídico da Serasa Experian, Silvânio Covas, para quem essas promessas são formas de enganar o consumidor. "Não existe fórmula mágica para ter a anotação da dívida cancelada, sem que ela seja renegociada ou paga”.

O consumidor deve ter, portanto, toda a atenção necessária na hora de “limpar o nome” para não se tornar vítima de golpistas, e entender que a melhor opção para regularizar uma pendência financeira é procurar diretamente o credor ou obter informações nos postos de atendimento gratuito na Serasa ou no SPC.

Na internet, por exemplo, é fácil encontrar sites que vendem manuais, kits e CDs com “informações” sobre como tirar uma anotação de inadimplência sem pagar a dívida, muitas vezes com métodos ilegais. Em média, o consumidor desembolsa de R$ 20 a R$ 50 para obter as “dicas”.

Há, ainda, casos de empresas que se oferecem como intermediárias da renegociação da dívida, cobrando pelos serviços e outras taxas, e depois desaparecem sem fazer a quitação do débito. Outras vezes o cliente é orientado a fazer depósito prévio, para assegurar o pagamento do serviço, e ao perceber o golpe, não resta nada a fazer, pois essas empresas não têm endereço físico.

Por tais motivos, recomenda-se que o consumidor evite os intermediários. “Ele próprio pode procurar diretamente o credor ou se informar sobre os procedimentos para quitar a dívida. É mais prático, gratuito e seguro, pois o consumidor terá a certeza de que o débito será pago e a anotação de inadimplência será retirada dos órgãos de proteção ao crédito”, segundo Maria Zanforlin, superintendente de Serviços ao Consumidor da Serasa Experian.

Agência Brasil


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sex
07
fev
2014

DSC08512

O pré-candidato do PSOL a deputado estadual, Rivaldo Rodrigues, disse nesta sexta-feira (7) que, no periodo eleitoral, vai propor uma série de debates com os postulantes à Assembleia Legislativa da Paraíba apoiados pelas oligarquias políticas em Princesa Isabel.

Segundo ele, é importante para o eleitor ouvir e debater as propostas dos candidatos, avaliar a plataforma de ação, bem como a atuação de cada um.

“Irei propor um debate aberto, para avaliação de propostas e questionamentos, pois a discussão popular é um pressuposto da democracia. Vamos debater temas, ações e engajamento político”, afirmou.


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sex
07
fev
2014

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu hoje (7) ao Supremo Tribunal Federal (STF) a condenação do deputado federal Eduardo Azeredo (PSDB-MG) na Ação Penal 536, o processo do mensalão mineiro. Janot pede que o parlamentar cumpra pena 22 anos de prisão pelos crimes de peculato e lavagem de dinheiro. Na ação penal, são investigadas denúncias de desvio de dinheiro público durante a campanha do então governador de Minas Gerais, que disputava a reeleição, em 1998.

De acordo com denúncia da procuradoria, aceita pelo Supremo em 2009, o parlamentar é acusado dos crimes de peculato e lavagem de dinheiro. Segundo a procuradoria, o então candidato teria se beneficiado de recursos oriundos de um esquema que envolvia a empresa SMP&B, de propriedade do publicitário Marcos Valério, condenado na Ação Penal 470, o processo do mensalão. Outros acusados repondem a acusações na primeira instância da Justiça de Minas, porque não têm foro privilegiado.

Na época em que a denúncia foi recebida, Azeredo negou todas as acusações e disse que não há qualquer documento que confirme o uso de recursos de caixa 2 na sua campanha à reeleição. O parlamentar também disse que nunca autorizou repasses para dinheiro para as empresas de Marcos Valério.

Nas alegações finais, Janot afirma que Azeredo atuou como “um maestro” no suposto esquema e que ele desviava recursos públicos em benefício próprio para financiar sua campanha política. O procurador também diz que a prática dos crimes só foi possível por meio do "esquema criminoso" montado pelo publicitário Marcos Valério, condenado na Ação Penal 470, o processo do mensalão.

“O que se demonstrou no caso é que os fatos não teriam como serem praticados na forma em que provados se não tivessem a participação essencial e decisiva, como verdadeiro coordenador e maestro, ditando as linhas de condutas, de Eduardo Azeredo. Não se trata de presunções, mas de compreensão dos fatos segundo a realidade das coisas e prova dos autos”, afirmou Janot.

Segundo o procurador-geral, na campanha à reeleição de Azeredo ao governo de Minas, foi montado um esquema de desvio de recursos públicos oriundos de empresas estatais. De acordo com Janot, o valor atualizado dos desvios é R$ 9,3 milhões.

"Há nos autos conjunto probatório robusto que confirma a tese acusatória e afasta por completo a tese defensiva, estando claramente demonstrado, ao longo da instrução processual, que tanto o desvio de recursos públicos do estado de Minas Gerais quanto a lavagem desses capitais tiveram participação direta, efetiva, intensa e decisiva de Eduardo Azeredo, que, além de principal beneficiário dos delitos cometidos, também teve papel preponderante”, destaca.

No documento, Janot detalha como funcionava o esquema de desvios. Segundo ele, Azeredo, então candidato à reeleição, autorizava três empresas estatais – Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), Companhia Mineradora de Minas Gerais (Comig) e o Banco do Estado de Minas Gerais (Bemge) – a liberar o pagamento de patrocínios de R$ 3,5 milhões, valores da época, para três eventos esportivos de motocross. A partir daí, o dinheiro passava pela agência de publicidade de Valério, por contas de empréstimos fraudulentos feitos no Banco Rural, e chegavam à campanha do candidato.

“Posteriormente, os valores foram encaminhados sem qualquer formalidade ou estudo prévio à SMP&B [agência de publicidade de Marcos Valério] não sendo aplicados nos eventos esportivos a que se destinavam, e repassados à campanha de Eduardo Azeredo ou utilizados diretamente pela empresa de publicidade para pagamento de prestadores de serviços de mão de obra, empregados em favor do então candidato à reeleição ao governo de Minas Gerais", afirmou o procurador.

De acordo com a investigação, entre julho de 2000 e 2004 foram feitas 57 ligações diretas entre Azeredo e Marcos Valério, o que indica "um relacionamento muito próximo, sendo mais um elemento que, somado aos demais, comprova a inconsistência de versão defendida de que Eduardo Azeredo não teria nenhum conhecimento sobre o desvio de valores públicos para emprego em sua campanha à reeleição".

EBC


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sex
07
fev
2014

O PMDB de Princesa Isabel já tem definida sua opção à Assembléia Legislativa da Paraíba nas eleições deste ano.

Mas a decisão só deve ser anunciada em junho, após as convenções partidárias para homologação das candidaturas.

Até lá, reinam o silêncio absoluto e o malabarismo político em meio a fogo cruzado…


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